Em memória do meu pai de nome José de Araujo....deixou-me o cavalo puxando o canhão da discórdia da minah infancia........Arranjei-lhe as madeiras e ele os metais, ele sonhou e fez este brinquedo o qual não me era permitido brincar......meu pai foi...deixou-me o cavalo que ele fêz e choro por não lhe poder mostar o quanto o estimo.......o orgulho que tenho, a saudade eterna..e a gratidão surda
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